Análise regional
América Latina
Os mercados latino-americanos são regidos por agências nacionais robustas: ANVISA no Brasil, COFEPRIS no México, ANMAT na Argentina, INVIMA na Colômbia e órgãos comparáveis em outros lugares. Cada um mantém seus próprios procedimentos de registro, e a documentação traduzida é uma exigência padrão, não excepcional.
Considerações de sourcing
O registro normalmente é mantido por uma entidade estabelecida localmente, o que torna a escolha do parceiro local uma decisão antecipada, e não tardia. O Brasil, em particular, aplica procedimentos detalhados de licenciamento e inspeção de importação que determinam tanto o custo quanto o prazo.
Requisitos de documentação
Os compradores costumam solicitar uma especificação, COA de lote e FDS traduzida para português no Brasil ou espanhol para os mercados de língua espanhola, além de um certificado de origem e frequentemente um certificado de livre venda. Algumas autoridades exigem documentos corporativos legalizados ou apostilados.
Considerações de importação
As licenças de importação são frequentemente específicas por produto e emitidas ao registrante local, portanto a remessa deve corresponder exatamente à licença. A avaliação alfandegária e o tratamento tributário variam substancialmente entre países e afetam o custo desembarcado mais do que o frete.
Embarque e transporte
As rotas de transporte aéreo por hubs regionais são confiáveis, mas os tempos de liberação variam; material sensível à temperatura deve ter uma contingência documentada para atrasos no porto de entrada.
Perguntas que os compradores devem fazer
- Qual país e agência regem este produto?
- Qual entidade local detém ou deterá o registro e a licença de importação?
- A documentação é exigida em português ou espanhol?
- Os documentos corporativos precisam de apostilamento ou legalização?
- Qual é o tempo de liberação esperado no porto de entrada?